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	<title>Propriedade Industrial &#8211; Maico Oliveira Buss &#8211; Inovação e Tecnologia</title>
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	<title>Propriedade Industrial &#8211; Maico Oliveira Buss &#8211; Inovação e Tecnologia</title>
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		<title>Propriedade Intelectual no Brasil: um guia prático pelas 9 modalidades de proteção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maico]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em &#8220;proteger uma criação&#8221;, a maioria das pessoas pensa imediatamente em patente. Mas a propriedade intelectual brasileira é um sistema bem mais amplo: são nove modalidades distintas, cada uma regida por lei própria, com prazos, requisitos e órgãos de registro diferentes. Escolher a modalidade errada — ou não conhecer todas as opções disponíveis — é um dos erros mais comuns que vejo em núcleos de inovação e grupos de pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste post, aprofundo os nove institutos que apresentei em aula, organizando-os com base na legislação vigente e em exemplos práticos do dia a dia da inovação, especialmente na área da saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O mapa geral: dois grandes ramos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e a doutrina brasileira dividem a propriedade intelectual em dois ramos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Propriedade industrial</strong>, voltada à atividade empresarial e regida principalmente pela <strong>Lei nº 9.279/1996 (LPI)</strong>: patentes, marcas, desenho industrial, indicações geográficas e segredo industrial.</li>



<li><strong>Direitos autorais e regimes sui generis</strong>, que protegem criações do espírito e outros ativos com regras próprias: direito autoral (Lei nº 9.610/1998), programa de computador (Lei nº 9.609/1998), cultivares (Lei nº 9.456/1997) e topografia de circuito integrado (Lei nº 11.484/2007).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O know-how, por sua vez, não tem lei específica — e é exatamente por isso que exige mais cuidado, como veremos adiante.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">1. Cultivares</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> cultivar é a variedade vegetal obtida por melhoramento genético, claramente distinguível de outras variedades conhecidas, homogênea e estável ao longo de gerações sucessivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> Lei nº 9.456/1997 (Lei de Proteção de Cultivares), regulamentada pelo Decreto nº 2.366/1997. O órgão responsável é o <strong>Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC)</strong>, vinculado ao Ministério da Agricultura — e não o INPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Requisitos:</strong> novidade, distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade (critério conhecido internacionalmente pela sigla DHE/UPOV).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> 15 anos para a maioria das espécies, e 18 anos para videiras, árvores frutíferas, árvores florestais e árvores ornamentais, contados da data de concessão do certificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> um programa de melhoramento genético de uma universidade desenvolve uma nova variedade de soja mais resistente à seca. Ela só pode ser comercializada com exclusividade — e gerar royalties para a instituição — depois de obtido o Certificado de Proteção de Cultivar junto ao SNPC. Sem esse registro, qualquer produtor rural pode multiplicar e vender as sementes livremente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ponto de atenção para NITs:</strong> cultivar não se registra no INPI. É um erro comum orientar pesquisadores da área agrícola a &#8220;pedir uma patente&#8221; para uma nova variedade — no Brasil, plantas e animais obtidos por processos essencialmente biológicos não são patenteáveis (art. 10, IX, da LPI); o caminho correto é o certificado de cultivar.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">2. Direito Autoral</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> protege as criações do espírito expressas por qualquer meio ou suporte, conhecido ou que venha a existir — obras literárias, artísticas e científicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> Lei nº 9.610/1998 (LDA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funciona a proteção:</strong> ao contrário da propriedade industrial, o direito autoral nasce automaticamente com a criação da obra, independentemente de registro. O registro (por exemplo, na Biblioteca Nacional, no INPI para software, ou em cartório) tem função apenas declaratória, servindo como prova de anterioridade em eventuais disputas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> em regra, 70 anos contados de 1º de janeiro do ano seguinte à morte do autor (direitos patrimoniais); os direitos morais são perpétuos e irrenunciáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> um professor cria um protocolo de atendimento em enfermagem, um manual didático ou um material educativo para pacientes. A obra já nasce protegida por direito autoral no momento em que é fixada em um suporte (documento, slide, vídeo). Se a instituição quiser reforçar a prova de autoria e data de criação — algo relevante para negociações de licenciamento —, pode formalizar o registro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidado institucional:</strong> quando a obra é criada por servidor no exercício de suas funções, é fundamental que a instituição tenha regras claras sobre titularidade e uso, geralmente tratadas em política de inovação e em termos de cessão, já que a LDA por si só não resolve automaticamente a questão da autoria institucional versus autoria individual.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">3. Know-how</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> conjunto de conhecimentos técnicos, práticos e não necessariamente documentados — muitas vezes tácitos — que agregam valor a um processo produtivo ou tecnologia, mas que não são, por si só, protegidos por um título de propriedade industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> aqui está o ponto mais delicado do tema — <strong>não existe lei específica de know-how no Brasil</strong>. A proteção decorre indiretamente de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Art. 195 da LPI</strong>, que tipifica como crime de concorrência desleal a divulgação, exploração ou utilização, sem autorização, de conhecimentos confidenciais obtidos por relação contratual ou empregatícia;</li>



<li>Regras contratuais (acordos de confidencialidade — NDA, cláusulas de sigilo em contratos de transferência de tecnologia);</li>



<li>No âmbito das ICTs (Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação), o <strong>Marco Legal de CT&amp;I (Lei nº 13.243/2016)</strong>, que trata da transferência de tecnologia e permite que o know-how integre acordos de parceria e contratos de licenciamento junto com patentes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> um laboratório de pesquisa desenvolve, ao longo de anos, um protocolo específico de purificação de uma molécula que não está descrito em nenhuma patente ou artigo — apenas os pesquisadores da equipe dominam essa &#8220;receita&#8221;. Ao negociar a transferência dessa tecnologia com uma empresa, o NIT inclui no contrato de licenciamento não apenas a patente (se houver), mas também uma cláusula específica de transferência de know-how, com obrigações de confidencialidade e, muitas vezes, remuneração adicional por assistência técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que isso importa na prática:</strong> como não há registro público de know-how, sua proteção depende inteiramente da robustez contratual e das medidas de sigilo adotadas — é o único dos nove institutos cuja tutela é essencialmente contratual e comportamental, não registral.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">4. Desenho Industrial</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> a forma plástica ornamental de um objeto, ou o conjunto ornamental de linhas e cores aplicável a um produto, que resulte em um efeito visual novo e original e possa servir de tipo de fabricação industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> arts. 94 a 121 da LPI, registrado no INPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Requisitos:</strong> novidade e originalidade (não se exige atividade inventiva, como nas patentes — o exame do INPI é apenas formal, sem exame de mérito automático).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> 10 anos contados do depósito, prorrogável por até três períodos sucessivos de 5 anos, totalizando até 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> o design ergonômico de uma cadeira de rodas hospitalar, o formato inovador de uma embalagem de medicamento ou o layout visual de um equipamento médico portátil podem ser protegidos por desenho industrial — desde que a proteção recaia sobre a <strong>forma</strong>, e não sobre a função técnica (que seria objeto de patente).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diferença-chave com patente:</strong> desenho industrial protege a aparência; patente protege a solução técnica. Muitas vezes um mesmo produto é protegido pelos dois institutos simultaneamente — o funcionamento por patente, o formato por desenho industrial.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">5. Indicação Geográfica (IG)</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> instrumento de propriedade industrial que reconhece e distingue a origem geográfica de um produto ou serviço, quando essa origem confere a ele reputação, característica ou qualidade determinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> arts. 176 a 182 da LPI. Divide-se em duas espécies:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Indicação de Procedência (IP):</strong> o local se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto/serviço;</li>



<li><strong>Denominação de Origem (DO):</strong> a qualidade ou característica do produto se deve essencialmente ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Titularidade:</strong> diferente de patente ou marca, a IG não pertence a uma única empresa ou pessoa — é registrada por associações, cooperativas ou institutos representativos de produtores da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> &#8220;Vale dos Vinhedos&#8221; (DO) para vinhos do Rio Grande do Sul e &#8220;Café do Cerrado Mineiro&#8221; (IP) são exemplos clássicos. Para um NIT, a IG é relevante quando a universidade apoia arranjos produtivos locais — por exemplo, ajudando uma cooperativa de produtores a organizar o dossiê técnico exigido pelo INPI para o reconhecimento da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo:</strong> não há prazo de vigência determinado; a proteção persiste enquanto se mantiverem as condições que a justificaram, sujeita a fiscalização pela entidade titular.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">6. Segredo Industrial</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> conhecimento tecnológico com aplicação prática em produtos ou processos industriais, mantido oculto por seu valor competitivo — muitas vezes tratado como sinônimo próximo de know-how, mas com enquadramento penal mais específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> o segredo industrial não é objeto de registro; sua proteção é repressiva, prevista nos <strong>arts. 195 e 196 da LPI</strong>, que tipificam como crime de concorrência desleal a divulgação, exploração ou utilização de conhecimentos, informações ou dados confidenciais obtidos por meio de relação contratual, empregatícia ou fraudulenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como se protege na prática:</strong> não existe &#8220;pedido de segredo industrial&#8221; no INPI. A proteção depende de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acordos de confidencialidade (NDA) com colaboradores, parceiros e fornecedores;</li>



<li>Controles internos de acesso à informação (compartimentalização, classificação de documentos);</li>



<li>Cláusulas contratuais específicas em qualquer acordo de P&amp;D ou transferência de tecnologia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> a fórmula exata de um reagente de diagnóstico desenvolvido internamente, que a equipe decide não patentear justamente para evitar a divulgação obrigatória que o depósito de patente exige (lembrando que o pedido de patente é publicado após 18 meses do depósito). Nesse caso, a estratégia da instituição é manter o processo em sigilo absoluto, em vez de buscar proteção via INPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segredo x Patente — a decisão estratégica:</strong> essa é uma das decisões mais importantes em gestão de PI. Patentear exige divulgar publicamente a solução em troca de exclusividade temporária (20 anos). Manter em segredo evita a divulgação, mas a proteção dura enquanto o sigilo for mantido — e se um concorrente chegar à mesma solução de forma independente (engenharia reversa lícita, por exemplo), não há o que fazer.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">7. Marca</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> sinal distintivo visualmente perceptível cuja função é identificar a origem e distinguir produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins, de origem diversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> arts. 122 a 175 da LPI, registrada no INPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos:</strong> nominativa (nome), figurativa (símbolo/logotipo), mista (combinação de nome e símbolo) e tridimensional (forma distintiva de embalagem ou produto).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> 10 anos contados da concessão do registro, renovável indefinidamente por períodos iguais e sucessivos, desde que solicitada a prorrogação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> o nome e o logotipo de um programa de extensão universitária, de uma marca guarda-chuva de um núcleo de inovação, ou de um spin-off acadêmico devem ser registrados como marca para impedir que terceiros usem identidade visual semelhante e se apropriem da reputação construída pela instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Erro comum:</strong> registrar o domínio do site (&#8220;.com.br&#8221;) ou abrir uma empresa com determinado nome não garante nenhum direito de marca — são registros administrativos completamente distintos e independentes do registro no INPI.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">8. Patente</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> título de propriedade temporário concedido pelo Estado, que confere ao titular o direito exclusivo de impedir terceiros de produzir, usar, vender ou importar o objeto protegido sem autorização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> arts. 6º a 93 da LPI. Divide-se em duas modalidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Patente de invenção:</strong> solução técnica nova, dotada de atividade inventiva (não óbvia para um técnico no assunto) e com aplicação industrial;</li>



<li><strong>Patente de modelo de utilidade:</strong> objeto de uso prático, ou parte deste, que apresente nova forma ou disposição, envolvendo ato inventivo e resultando em melhoria funcional — o padrão exigido é menor que o da invenção.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Requisitos cumulativos (art. 8º):</strong> novidade absoluta (mundial), atividade inventiva e aplicação industrial. Por isso a divulgação pública <strong>antes</strong> do depósito — em artigo, TCC, painel de congresso ou até post em rede social — pode destruir a novidade e inviabilizar o pedido (ressalvado o período de graça de 12 meses do art. 12 da LPI, aplicável em situações específicas).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> 20 anos para invenção e 15 anos para modelo de utilidade, contados da data de depósito — com garantia mínima de 10 e 7 anos, respectivamente, contados da concessão, caso o exame do INPI se estenda além do prazo normal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> um novo dispositivo médico de baixo custo para monitoramento de sinais vitais, desenvolvido em um laboratório universitário, é candidato natural a patente de invenção (se envolver uma solução técnica nova e não óbvia) ou a modelo de utilidade (se for um aperfeiçoamento funcional de um dispositivo já existente, como uma nova disposição de componentes).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fluxo prático em uma ICT:</strong> busca de anterioridade → avaliação de patenteabilidade pelo NIT → depósito no INPI antes de qualquer divulgação → acompanhamento do exame → eventual licenciamento a empresas para exploração comercial, com geração de royalties para os inventores e a instituição, nos termos da política de inovação local e do Marco Legal de CT&amp;I.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">9. Topografia de Circuito Integrado</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é:</strong> proteção sui generis destinada às imagens relacionadas que representam a configuração tridimensional das camadas que compõem um circuito integrado — em outras palavras, o &#8220;desenho&#8221; físico de um chip.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base legal:</strong> Lei nº 11.484/2007, registrada no INPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Requisitos:</strong> originalidade — a topografia não pode ser comum ou vulgar entre criadores de topografia de circuitos integrados e projetistas na época de sua criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de proteção:</strong> 10 anos contados da data do depósito ou da primeira exploração, o que ocorrer primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo prático:</strong> é um instituto pouco usado fora do setor de semicondutores e microeletrônica, mas se torna relevante quando um grupo de pesquisa em engenharia desenvolve um chip customizado para um equipamento biomédico — por exemplo, um circuito integrado dedicado a um sensor implantável. Nesse caso, além de eventual patente sobre a funcionalidade, a arquitetura física das camadas do chip pode ser protegida separadamente por esse registro específico.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Tabela-resumo para consulta rápida</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Instituto</th><th>Lei</th><th>Órgão de registro</th><th>Prazo de proteção</th></tr></thead><tbody><tr><td>Cultivares</td><td>Lei 9.456/97</td><td>SNPC (MAPA)</td><td>15 anos (18 para espécies perenes)</td></tr><tr><td>Direito Autoral</td><td>Lei 9.610/98</td><td>Automático (registro declaratório opcional)</td><td>Vida do autor + 70 anos</td></tr><tr><td>Know-how</td><td>Sem lei específica (art. 195, LPI + contratos)</td><td>Não há registro</td><td>Enquanto mantido o sigilo/contrato</td></tr><tr><td>Desenho Industrial</td><td>Lei 9.279/96</td><td>INPI</td><td>10 anos + 3 prorrogações de 5 anos (até 25)</td></tr><tr><td>Indicação Geográfica</td><td>Lei 9.279/96</td><td>INPI</td><td>Indeterminado, sujeito a fiscalização</td></tr><tr><td>Segredo Industrial</td><td>Art. 195/196, Lei 9.279/96</td><td>Não há registro</td><td>Enquanto mantido o sigilo</td></tr><tr><td>Marca</td><td>Lei 9.279/96</td><td>INPI</td><td>10 anos, renovável indefinidamente</td></tr><tr><td>Patente (invenção)</td><td>Lei 9.279/96</td><td>INPI</td><td>20 anos do depósito (mín. 10 da concessão)</td></tr><tr><td>Patente (modelo de utilidade)</td><td>Lei 9.279/96</td><td>INPI</td><td>15 anos do depósito (mín. 7 da concessão)</td></tr><tr><td>Topografia de Circuito Integrado</td><td>Lei 11.484/07</td><td>INPI</td><td>10 anos</td></tr></tbody></table></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Por que isso importa na prática</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas nove modalidades não é exercício acadêmico — é o que define se uma criação chega ao mercado protegida ou se perde a oportunidade de gerar valor (e receita) para quem a desenvolveu. Antes de qualquer divulgação pública de um resultado de pesquisa, vale a pena procurar o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da sua instituição para avaliar, caso a caso, qual — ou quais — desses caminhos é o mais adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Este conteúdo integra os materiais de aula.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como identificar e analisar patentes no Brasil e nos Estados Unidos (na prática)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Propriedade Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você atua — ou pretende atuar — na área de Gestão de Propriedade Intelectual, uma das atividades mais comuns do dia a dia é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se você atua — ou pretende atuar — na área de Gestão de Propriedade Intelectual, uma das atividades mais comuns do dia a dia é a <strong>busca e análise de patentes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste post, vou te mostrar de forma simples como interpretar o <strong>código de uma patente</strong>, entender seus <strong>status</strong> e localizar suas informações em bases públicas, usando como exemplo uma patente real.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50d.png" alt="🔍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que é o “código da patente”?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O código de uma patente é o identificador único daquele documento em um sistema nacional ou internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>US12566134B2
</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph">Esse código traz informações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>US</strong> → país (Estados Unidos)</li>



<li><strong>12566134</strong> → número da patente</li>



<li><strong>B2</strong> → status (patente concedida)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ou seja, você já sabe que se trata de uma <strong>patente concedida nos EUA</strong> apenas olhando o código.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3f7.png" alt="🏷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Entendendo os códigos de status (A1, B1, B2)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sufixos no final do número da patente são essenciais no dia a dia profissional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Principais códigos:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A1</strong> → Pedido de patente publicado<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ainda <strong>não foi concedida</strong><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Está em fase de análise</li>



<li><strong>B1</strong> → Patente concedida (sem publicação anterior do pedido)<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Foi aprovada diretamente</li>



<li><strong>B2</strong> → Patente concedida (com publicação prévia A1)<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Primeiro saiu como A1 (pedido)<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Depois virou B2 (concedida)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na prática:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A1 = fase inicial</strong></li>



<li><strong>B1/B2 = patente concedida (direitos garantidos)</strong></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1e7-1f1f7.png" alt="🇧🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estrutura do código de patentes no Brasil (INPI)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o padrão é diferente e muito importante para quem atua com PI.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exemplo real:</h3>



<pre class="wp-block-code"><code>BR1020210163933
</code></pre>



<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50e.png" alt="🔎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estrutura:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>BR</strong> → país (Brasil)</li>



<li><strong>10</strong> → tipo de depósito (patente de invenção)</li>



<li><strong>2021</strong> → ano do depósito</li>



<li><strong>0163933</strong> → número sequencial</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4da.png" alt="📚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tipos mais comuns (INPI):</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PI</strong> ou código <strong>10</strong> → Patente de Invenção</li>



<li><strong>MU</strong> ou código <strong>20</strong> → Modelo de Utilidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>BR1020210163933</strong> → patente de invenção</li>



<li><strong>BR202020000123</strong> → modelo de utilidade</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30e.png" alt="🌎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A mesma invenção pode ter vários códigos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto fundamental na prática profissional:<br><strong>uma invenção pode ter registros em vários países.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo real analisado:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><th>País</th><th>Código</th></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1e7-1f1f7.png" alt="🇧🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Brasil</td><td>BR1020210163933</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> EUA (pedido)</td><td>US17/890458</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> EUA (concedida)</td><td>US12566134B2</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Isso é chamado de <strong>família de patentes</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O conceito de prioridade (muito importante)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nas bases como o Google Patents, você verá algo como:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>Priority to BR1020210163933
</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Isso significa que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o depósito original foi feito no Brasil</li>



<li>os depósitos em outros países derivam dele</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conceito é chamado de <strong>prioridade unionista</strong>, essencial na estratégia de proteção internacional.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Caso real: sistema de inspeção submarina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A patente usada como exemplo descreve um:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Sistema de shearografia para inspeções submarinas</em> (patente UFSC/PETROBRAS)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa tecnologia permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inspecionar tubulações submersas</li>



<li>detectar falhas em materiais compósitos</li>



<li>realizar testes não destrutivos</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5a5.png" alt="🖥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Como analisar isso no dia a dia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das ferramentas mais usadas é:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> https://patents.google.com</p>



<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dentro da página da patente, procure:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Título</strong></li>



<li><strong>Número da patente</strong></li>



<li><strong>Status (A1, B2 etc.)</strong></li>



<li><strong>Inventores e empresas</strong></li>



<li><strong>Priority (origem)</strong></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2699.png" alt="⚙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Por que isso importa na prática?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dominar essas informações permite que você:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> entenda rapidamente o status jurídico<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> identifique a origem da tecnologia<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> acompanhe estratégias internacionais<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> analise concorrentes<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> apoie decisões de inovação</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dica prática (workflow profissional)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre use essa sequência:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f522.png" alt="🔢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Leia o <strong>código da patente</strong></li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3f7.png" alt="🏷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Identifique o <strong>status (A1, B2, etc.)</strong></li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30e.png" alt="🌎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Verifique a <strong>prioridade (origem)</strong></li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Explore a <strong>família de patentes</strong></li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f680.png" alt="🚀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entender a estrutura dos códigos de patentes — tanto no Brasil quanto no exterior — é uma habilidade essencial para qualquer profissional da área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso transforma uma simples consulta em uma <strong>análise estratégica</strong>, permitindo enxergar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>movimentos tecnológicos</li>



<li>expansão internacional</li>



<li>estratégias de proteção</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Links interessantes sobre propriedade intelectual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maico]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 18:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></category>
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					<description><![CDATA[Explorador de PI Ferramenta interativa de dois níveis projetada para divulgar os diferentes mecanismos que permitem materializar os ativos intelectuais e industriais de uma organização....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Explorador de PI</h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://maicobuss.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://maicobuss.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image.png" alt="" class="wp-image-5533" width="362" height="364" srcset="https://maicobuss.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image.png 621w, https://maicobuss.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" /></a></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Ferramenta interativa de dois níveis projetada para divulgar os diferentes mecanismos que permitem materializar os ativos intelectuais e industriais de uma organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">link: <a href="https://www.prosurproyecta.org/brasil/explorador-pi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.prosurproyecta.org/brasil/explorador-pi/</a></p>
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